sexta-feira, 13 de setembro de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
MANIFESTO DOS POETAS,CANTADORES,CORDELISTAS E DEMAIS ARTISTAS
Manifesto dos Poetas, Cantadores,
Cordelistas e demais artistas
Os sindicatos sugiram
Pra da luta ser trincheira
E em defesa dos direitos
Levantar alto a bandeira
Dando um basta a exploração
E a fome pôr na lixeira.
Hoje ainda a maior parte dos sindicatos cumpre o seu papel de impulsionar a luta por preservar e ampliar os direitos da classe trabalhadora.
No Brasil, é vital aprofundarmos nossa organização principalmente na área da cultura, já que ocupa o último lugar na fila de destinação de verbas. Para comprovar, é só perceber que, em 2011, o Governo Federal reservou ao setor minguados 0,04% do Orçamento Geral da União, enquanto destinou 45,05% para o pagamento de juros e amortizações da dívida pública.
Queremos que no país
Deixe de ser letra morta
E que o direito a cultura
Germine em nossa horta
Que exijamos do governo
Que abra ligeiro, a porta.
Na realidade, lutar com a forma de organização que escolhermos é urgente para que o artigo 215 da Constituição Brasileira de 1988 seja cumprido. Ele afirma: “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”.
Portanto, construir uma organização dos poetas para impulsionar a luta pelo reconhecimento da categoria como também para definir políticas públicas para o setor da cultura é muito importante. No entanto, a forma como esse processo foi iniciado não nos parece adequada, entendemos ser, na verdade, um caminho minado.
Os poetas no Brasil
Lá pelos anos cinquenta
Tentaram organizar
Pra luta, uma ferramenta.
Que pudesse proteger
O Menestrel da tormenta.
Foi o poeta Rodolfo Coelho Cavalcanti que procurou impulsionar a nossa organização, só que também escolheu um caminho perigoso para qualquer segmento que quer construir uma organização trabalhista, ou seja, permitiu a intervenção governamental no processo.
Atualmente procuram-se trilhar o mesmo caminho, pois foi com a tutela governamental tanto política quanto financeira que o II encontro foi realizado em Brasília nos dias 13,14 15 de fevereiro do corrente ano.
O critério de escolher apenas 40 poetas para participar desse encontro a nosso ver foi uma limitação.
A fundação de qualquer tipo de organização deve ter o envolvimento de sua base.
A convocação de um Congresso com ampla presença da Base é um caminho para o fortalecimento de um movimento.
E que seus participantes sejam eleitos em reuniões em suas cidades para realmente representar os segmentos de nossa categoria, possibilitando um amplo debate democrático, que possa definir a melhor forma de organizarmos um verdadeiro movimento nacional.
Por tudo isso, nós, que subscrevemos esse manifesto, reivindicamos a construção de um processo amplo e democrático, independente política e financeiramente das interferências governamentais.
Os poetas que assinam
Com vigor o manifesto
Pedindo a democracia
Que nesse ato modesto
Fomente um processo aberto
Ouvindo o nosso protesto.
Assinam:
Rio Grande do Norte
Natal-RN
Rosa Regis – Presidente da Academia Norteriograndense de Literatura de Cordel –(ANLIC)
Zé Martins – Presidente da Academia Metropolitana de Cordel – Grande Natal-
Sebastião Bezerra – Vice Presidente da Sociedade dos Poetas Vivos - SPVA
Abaeté do Cordel – Cordelista
Paulo Varela – Cordelista, Membro da Academia do RN.
Eric Lima – Xilógrafo
Hélio Gomes - Cordelista
Manoel Cavalcante – Cordelista
Rariosvaldo de Oliveira – Cordelista
Antonia Mota – Cordelista
Antonio Costa – Cordelista
Lucila de Noronha – Cordelista
Juarez Araújo – Cordelista
Manoel Silva – Cordelisa
Parnamirim-RN
José Acaci - Cordelista
Macaica-RN
Cláudia Borges - Cordelista
Nova Cruz-RN
Gustavo José Barbosa – Cordelista
Antonio Barbosa – Cordelista
Currais Novos
Henrique José da Silva – Cordelista
Claudson Faustino – Cordelista
Iara Maria Carvalho – Poetisa
Elina Carvalho – Poetisa
Luma Carvalho – Poetisa
Wescley Gama – Poeta
Paula Érica Batista
Pará
Belem
João Castro – Presidente da União dos Escritores da Amazônia-UEMA
Cláudio Cardoso – Cordelista
Paraíba
João Pessoa-PB
Medeiros Braga – Cordelista – João Pessoa-PB
Rio de Janeiro-RJ
Aderaldo
Luciano- Pesquisador e poeta.
São Paulo
Caieras-SP
Valdri R. Oliveira – Cordelista – Caieras-SP
São José dos Campus-SP
Paulo Roxo Barja - Cordelista
São Paulo-SP
Josué Gonçalves de Araújo – Cordelista(membro da Caravana do Cordel)
Nando Poeta - Cordelista(membro da Caravana do Cordel)
Caieras-SP
Valdri R. Oliveira – Cordelista – Caieras-SP
São José dos Campus-SP
Paulo Roxo Barja - Cordelista
São Paulo-SP
Josué Gonçalves de Araújo – Cordelista(membro da Caravana do Cordel)
Nando Poeta - Cordelista(membro da Caravana do Cordel)
Para quem quiser aderir
ao Manifesto:
quarta-feira, 13 de março de 2013
DIA 14 DE MARÇO DIA NACIONAL DA POESIA
Por Nando Poeta
Letras, palavras alimentam o texto. O acasalamento das letrinhas forma
o que se tem de mais belo, o poema.
A existência do poema nutre as mentes e corações, aliviando o ser
muitas vezes embrutecido pelas crueldades rotineira da vida.
Não pode o homem, a mulher amar a liberdade, a justiça e não ser
amante da arte poética, com certeza dentro de si, há bibliotecas
inteiras de livros de poesias, que em momentos especiais, de suas
bocas, muitas vezes das vozes roucas, soltam, declamam versos
fragmentados que impulsionam o viver dos que precisam caminhar,
trilhando longas e penosas estradas. Seja lutando ou buscando um amor.
Diante das crises capitalistas que caem como um fardo sobre as cabeças
e ombros dos que produzem a riqueza da humanidade, a poesia surge como
uma alavanca e diz: levanta-te força bruta, deixa o despertar invadir
a tua mente, transformando-o em um ser consciente, em um sujeito
histórico, que agora se guiara pela consciência da sua existência.
“Trabalhador do mundo uniu-vos”
Bem que o dia da poesia poderia estar dedicado ao homem Karl Mark que
colocou todas as suas energias em defesa dos explorados e oprimidos,
já que foi no dia 14 de março, que ele partiu e nunca mais voltou, só
sabemos de sua existência, por ter passado por essa morada, e deixado
seu rastro, e muito bem escrito, um verdadeiro clamor em defesa da
classe trabalhadora.
Os milicos durante a ditadura pensavam que o dia era uma homenagem a
Mark criador das idéias que alimentavam a luta pela libertação.
Chegando a proibir as suas comemorações.
Mas, o dia 14 de março é dedicado a outro homem que nasceu nessa
data, lá na fazenda Cabaceiras, Bahia, Brasil, também amante da
liberdade e da justiça, que se indignou com a existência da
escravidão, e que os seus poemas transformavam-se em navalha bem
afiada, cortante, sangrando a carne, querendo o fim da escravidão.
Seus poemas também eram lançados aos corações das amantes. Antonio
Frederico de Castro Alves, ou simplesmente Castro Alves.
Hoje presenciando um mundo de crise, guerras, terremotos que devastam
a natureza, jogando cada vez mais a humanidade para um beco sem saída.
Voltamos a fazer o chamado de Karl Mark “trabalhadores do mundo,
uniu-vos” esse seria o poema da vez. Vamos acordar Mark, ele estar
vivo.
Vamos embalar a bandeira de liberdade e justiça tantas vezes erguida
por Castro Alves.
Queremos o14 de março. Dia Nacional da Poesia. Um dia que vamos às
ruas panfletarmos poesias, soltando de nossas gargantas palavras que
alimentem o grito de liberdade, estremecendo os pilares do podre
poder.
Colocando em xeque as parafernálias da desordem burguesa.
Declamar, escrever poemas que reflitam a realidade em que vivemos
ajudando a desnudá-la, abastecendo de novas energias nossos corações e
mentes.
Viva o Dia Nacional da Poesia.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
ESSE CARA SOU EU: RENAN CALHEIROS !
Autor: Antonio
Barreto – Santa Bárbara/BA
Nas
praias de Salvador
Num
domingo azul-anil
Eu disse
para mim mesmo:
“O
negócio está barril !
Será que
Renan Calheiros
É o
cara do Brasil ?”
II
De MP3 na
mão
Resolvi
entrevistar
As
pessoas que chegavam
Pra tomar
banho de mar...
Não
faltou foi bom humor
Conforme
vou relatar !
III
Antes da
noite chegar
Encerrei
a entrevista
Gente de
todas as classes
Presente
na minha lista...
Então
veja o que disse
Nosso
povo ao cordelista :
IV
— Roberto
Carlos falhou,
Eu deixei
de ser seu fã !
Esse cara
tão retado
Não sou
eu, nem D. Juan,
Esse cara
na verdade
É o
Senador Renan !
V
— Se Bin
Laden fosse vivo,
Seo
Renan, que maravilha !
Mandava
dois aviões
Bem em
clima de guerrilha
Para
então bombardear
Duas
Torres em Brasília !
VI
—
Você sabe o que ele disse?
“Ética é
obrigação” !
Acredito
que o Renan
Fez
piada, meu irmão... !
Tragam
óleo de peroba
Pra ver
se tem solução !
VII
— O
Congresso aproveitou
A época
do carnaval
E elegeu
um Senador
Que não
tem nenhum aval
Tornando
nosso Brasil
Cada vez
mais imoral.
VIII
— Isso é
caso de polícia
Em
qualquer lugar do mundo
Mas
estamos no Brasil
Um
celeiro bem fecundo
De
falsário, de maluco
De bufão,
de vagabundo !
IX
— A
descaração agora
Implantada
no Senado
Vem
deixar o eleitor
Muito
mais desanimado...
Então vou
fazer humor
Para não
ficar pirado !
X
—
Deitadinho numa rede
Como um
bom samaritano
O Renan
vai criar boi
No sertão
alagoano
E
doar filé mignon
Porque é
um cabra humano!
XI
— Ficha
Suja no Brasil
Não paga
pelo que fez...
A justiça
silencia,
O cabra
faz outra vez...
Mas o
pobre logo é preso
Roubando
um pinto pedrês !
XII
— A
‘vitória’ do Renan
Me deixou
desnorteado...
Todo o
“acerto” em Brasília
Foi
deveras camuflado:
Uma
eleição secreta
Pra
eleger um condenado!
XIII
— Tudo
está no seu lugar
Seja em
verso, seja em prosa
Mas
preciso então saber
Se o
Joaquim Barbosa
Vai
entrar logo em ação
Nessa
“história”nebulosa !
XIV
— Essa
Constituição
Deve
estar de maresia
Absurdos
acontecem
Ao clarão
da luz do dia
Sangrando
covardemente
Nossa mãe
Democracia.
XV
—
Envolvido em denúncias
De tanta
corrupção
Para o
‘dono’ do Senado
Vai aqui
o meu refrão:
Viva o
senador Renan,
O herói
dessa Nação !
XVI
— Ele vai
pro Paredão
Do famoso
BBB
O
programa do Bial
Osso duro
de ‘ruê’
Que dirá
ao novo herói:
Esse cara
é você !!!
XVII
— O Renan
lá no Faustão
Será
outro show a parte
Pois o
bom ilusionista
Nunca
perde a sua arte
E o ibope
da emissora
Vai ser
alto até em Marte !
XVIII
— No
dicionário dele
Não
existe: peculato,
Falsidade
ideológica
E nem a
palavra ‘rato’
Pois o
que falaram dele
Certamente
foi boato !
XIX
— Adorei
o Sérgio Sousa
Político
do Paraná
Defendendo
o Renan
Com o
famoso bê-a-bá
De botar
a mão no fogo
E a
danada não “queimá” !
XX
—
Aguentar o tal Senado
Para mim
já é demais.
A casa tá
dominada
Por
verdadeiros feudais
Do
Maranhão, Alagoas
E desses
brasis gerais !
XXI
—
Brasília foi desenhada
Em forma
de avião
Plano
piloto, asa delta,
Uma
pizza, uma prisão
Ou quem
sabe uma escola
Para
diplomar ladrão !
XXII
— Depois
do Renan Calheiro,
Quem vai
presidir o Senado ?
Deve ser
o Tiririca
Ou
qualquer outro aloprado...
Mas o tal
Collor de Mello
Já está
engatilhado !
XXIII
— O povo
deve exigir
O
fechamento da Casa
Acender
uma fogueira
Para
transformá-la em brasa
Ou então
mandar Renan
Morar na
Faixa de Gaza !
XXIV
— De ver
um Brasil melhor
Eu perdi
a esperança
Depois
dessa eleição
Não mais
tenho confiança
Nos que
traem o eleitor
E
engordam a poupança !
XXV
— Quando
vi Renan no Trono
Muita
vergonha senti...
Perguntei
a Deus do céu:
“Isso só
acontece aqui ?
Quero ver
quem é que vai
Descascar
o abacaxi...”
XXVI
— Quem é
esse Sérgio Souza ?
Quanto
foi que ele ganhou ?
Na defesa
do Renan,
Esse
cabra delirou !
Acho que
nem ele mesmo
Bota fé
no que falou !
XXVII
— Já está
escancarada
A
porteira do Senado...
Tem
estrume e tem capim
Para
alimentar o gado,
Com
exceção de meia dúzia
De
parlamentar honrado.
XXVIII
— Depois
de tanta sujeira
Dessa
gente sem pudor
Que
engana sem escrúpulo
Seu
dileto eleitor:
Nunca
mais eu vou votar
Pra
eleger um Senador.
XXIX
— Esse
tal Renan Calheiros
O famoso
“Renangate”:
Nem com
murro, capoeira
Punhalada,
estilete
Óleo de
peroba, surra
Choque
elétrico, porrete... !
XXX
— Não foi
só Renan Calheiros,
O Sarney
tá na parada
E a corja
em geral
No
Congresso instalada
Transformando
o Senado
Numa casa
esculhambada...
XXXI
O povo de
Salvador
Não
parava de opinar
O clima
foi esquentando
Mas eu
resolvi parar
Porque me
disseram coisas
Que não
posso publicar...
XXXII
A partir
desse momento
Encerro
minha missão
De
utilizar o cordel
Pra fazer
reflexão
Pois eu
sei que muita gente
Gosta de
submissão ...
FIM
Salvador-Ba,
Carnaval de 2013.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
LEIA O CORDEL MULHERES EM LUTA - 2ª EDIÇÃO
Mulheres em movimento
Não aceitam exploração,
Reivindicam seus direitos,
Combatem toda opressão,
Entendem que a saída
É a mobilização.
Em busca de seu espaço
Ergueram sua bandeira
Pra votar e ser votada,
De ser, da família, herdeira.
Ir à escola, ao trabalho,
Na política ter carreira.
Para obter as conquistas
Travou-se muita batalha.
Por vezes verteu-se sangue,
Pelo corte da navalha,
Mas a sua força ativa
Derrubou muita muralha.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Tráfico de Seres Humanos
Por Nando Poeta
Ao longo de nossa história
A mulher foi relegada.
O homem impondo sua força
Pra tê-la bem dominada.
Como escrava do prazer
Sem direito a quase nada.
No mundo capitalista
Põe-se preço em ser humano.
Virando em mercadoria
É vendido feito pano
Um negócio bem rentável
Engorda o burguês tirano.
Mulheres vitimas do mal
Adolescentes, meninas
Levadas por coação
São trocadas por propinas.
Expostas bem nas vitrines,
Como “peças” femininas.
O Brasil vive na rota
Do mundo sexual.
Mulheres oferecidas
Na rede comercial.
Ficando bem colocado
No grande ranking global.
O tráfico de arma e droga
No crime está bem à frente.
E o de seres humanos
Tem uma alta crescente.
Na terceira posição
O mundo já está ciente.
Mulheres aliciadas
Pra “consumo” mundial.
Tratadas como objetos
De forma cruel,brutal.
O tráfico de ser humano
É uma prática banal.
O que faz uma mulher
A viver nesse perigo.
No mundo prostituir-se
Não ter casa, nem abrigo.
Sujeita a humilhação
Nesse perverso castigo.
Com certeza a exploração
Pagando baixos salários.
E a falta de empregos
São elementos primários.
O sexo com escravidão
Engorda os noticiários.
Toda prostituição
Que vem de antigamente.
Na sociedade atual
Hoje é tão deprimente
E mulheres são vendidas
Como se não fosse gente.
O turismo para o sexo
É um mercado que rende.
E muita gente importante
No xadrez nunca se prende.
Com a indústria do sexo
A riqueza se estende.
A prática da opressão
Mácula e fere o direito.
Com a mulher traficada
Faltam com todo respeito
E muita autoridade
Contra tal, pouco tem feito!
Governante entra e sai
E nada de uma melhora.
A situação agrava
Vivemos forte piora.
Dar um basta a esse tráfico
Já passou até da hora.
Por Nando Poeta
Ao longo de nossa história
A mulher foi relegada.
O homem impondo sua força
Pra tê-la bem dominada.
Como escrava do prazer
Sem direito a quase nada.
No mundo capitalista
Põe-se preço em ser humano.
Virando em mercadoria
É vendido feito pano
Um negócio bem rentável
Engorda o burguês tirano.
Mulheres vitimas do mal
Adolescentes, meninas
Levadas por coação
São trocadas por propinas.
Expostas bem nas vitrines,
Como “peças” femininas.
O Brasil vive na rota
Do mundo sexual.
Mulheres oferecidas
Na rede comercial.
Ficando bem colocado
No grande ranking global.
O tráfico de arma e droga
No crime está bem à frente.
E o de seres humanos
Tem uma alta crescente.
Na terceira posição
O mundo já está ciente.
Mulheres aliciadas
Pra “consumo” mundial.
Tratadas como objetos
De forma cruel,brutal.
O tráfico de ser humano
É uma prática banal.
O que faz uma mulher
A viver nesse perigo.
No mundo prostituir-se
Não ter casa, nem abrigo.
Sujeita a humilhação
Nesse perverso castigo.
Com certeza a exploração
Pagando baixos salários.
E a falta de empregos
São elementos primários.
O sexo com escravidão
Engorda os noticiários.
Toda prostituição
Que vem de antigamente.
Na sociedade atual
Hoje é tão deprimente
E mulheres são vendidas
Como se não fosse gente.
O turismo para o sexo
É um mercado que rende.
E muita gente importante
No xadrez nunca se prende.
Com a indústria do sexo
A riqueza se estende.
A prática da opressão
Mácula e fere o direito.
Com a mulher traficada
Faltam com todo respeito
E muita autoridade
Contra tal, pouco tem feito!
Governante entra e sai
E nada de uma melhora.
A situação agrava
Vivemos forte piora.
Dar um basta a esse tráfico
Já passou até da hora.
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